Fala do Trono em homenagem ao Dia da Europa

Reino da Escandinávia

COROA DOS NÓRDICOS

Palácio dos Bravos

FALA DO TRONO

Fala do Trono de Sua Majestade o Rei Bjorn IV Nyttland em comemoração ao Dia da Europa e aos dois anos do Tratado do Neuschwanstein.

Nesta semana, a Europa comemora a assinatura do Tratado do Neuschwanstein, o acordo internacional que redesenhou as bases das relações diplomáticas micronacionais no setor europeu da Lusofonia e pôs fim a décadas de relações internacionais truculentas, desrespeitosas e desonestas que marcavam a diplomacia europeia.

Por iniciativa e proposta do Império Alemão, nove das mais tradicionais micronações européias à época, Andorra, Escandinávia, Eslávia, Espanha, França, Itália, Portugal e Algarves e a Rússia, colocaram suas disputas territoriais, suas diferenças e seus conflitos históricos de lado e construíram os fundamentos de novas relações diplomáticas para a Europa, relações baseadas no diálogo franco e permanente , na igualdade e na harmonia entre os Estados-membros. Pacificando de forma significativa todo este setor micronacional.

O amadurecimento do tratado e de suas instituições levou à necessidade do surgimento do Congresso de Füssen, no qual os chefes de estado ou representantes dos países membros se reúnem e debatem abertamente as questões que dizem respeito à segurança interna e à pacificação européia.

O Tratado do Neuschwanstein e o Congresso de Füssen buscaram modelos em outros organismos multilaterais do micronacionalismo lusófono extintos ou ainda em funcionamento e acabaram por se tornar alguns dos modelos mais bem sucedidos de toda a história recente da Lusofonia, servindo de exemplo e de modelo para outras instituições semelhantes que foram surgindo em outros setores e em outros continentes.

Enquanto modelos para a prática do bom micronacionalismo, baseado em relações internacionais mais respeitosas e em uma diplomacia mais maduras e mais honestas, o Tratado do Neuschwanstein e o Congresso de Füssen, infelizmente, tem seus opositores, sobretudo naqueles grupos que se negam a integrar o concerto europeu sob os mais diversos e os mais frágeis argumentos, ou em micronações incapazes de sustentar os acordos firmados, seja pela atitude intolerante ou pela vaidade de seus governantes, ou pela incapacidade de manter relações baseadas no respeito, na sinceridade e no diálogo. Mesmo assim, a nova ordem inaugurada pelo Neuschwanstein tem conseguido arrefecer e controlar os ânimos totalitários dos tiranos de plantão e manter uma situação de concórdia no continente.

O Reino da Escandinávia está presente desde as primeiras reuniões, as quais buscavam construir, aos poucos e paulatinamente, as condições necessárias para que se estabelecesse um Tratado tão visionário e tão ambicioso. Dois anos depois, estamos entre as bases de sustentação do Tratado, ao lado das demais nações amigas, e reafirmamos nosso entusiasmo e nossa defensa da nova diplomacia europeia baseada no multilateralismo e no respeito às boas práticas micronacionais, ideais que ainda servem de base para o Tratado do Neuschwanstein e para o Congresso de Füssen.

Nossas homenagens especiais aos pioneiros do Tratado, ao Principado dos Vales de Andorra, ao Império Sérvio que é herdeiro do Reino da Eslávia, ao Reino da Espanha, ao Reino da França, ao Reino da Itália, ao Reino de Portugal que sucede o Reino Unido de Portugal e Algarves e ao Czarado da Rússia. Votos estendidos aos novos signatários, ao Tzarado da Bulgária, ao Reino da Turquestônia e ao Patriarcado do Vaticano. De maneira mais especial, reconhecemos e destacamos o empenho, o protagonismo e o trabalho do Império Alemão para a construção e para a manutenção dos ideais do Tratado do Neuschwanstein.

Viva a Europa!
Viva o Tratado do Neuschwanstein!

Dado no Salão do Trono do Palácio dos Bravos da cidade de Estocolmo, capital das Escandinávia, aos 24 dias do mês de agosto de 2021, terceiro do nosso reinado.

Sua Majestade o Rei

Bjorn IV Nyttland

Rei dos Nórdicos e Protetor do Norte

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